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2. Não ao banco de horas, não ao contrato temporário, não à renovação da frota: a única via para os trabalhadores: redução das horas trabalhadas. Trabalhar menos, trabalharmos todos |
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A
única solução real que o governo e os patrões
têm para enfrentar a crise é a expropriação
sistemática dos trabalhadores, que vai do aumento da jornada, passando
pela redução salarial, até a expropriação
total do rendimento do trabalhador através do desemprego. O governo
deliberou o contrato temporário de trabalho sob o argumento de
que diminuiria o desemprego. Este recurso, no entanto, apenas serviu para
aumentar os lucros dos empresários que, agora, não precisam
pagar integralmente os direitos trabalhistas e podem demitir com maior
facilidade. Através do banco de horas, acabou com os adicionais
pagos às horas extras e com o limite legal de horas de trabalho
facilitando, também, deste modo, as demissões. 1) Para criar imediatamente milhões de novos empregos, financiados com os lucros produzidos pelos trabalhadores e apropriados individualmente pelos patrões: imediata redução da semana de trabalho para 36 horas em todos os ramos da produção, sem redução dos salários; dia de trabalho máximo de oito horas; que a jornada para os jovens estudantes seja de 20 horas semanais, sem prejuízo do salário; 2) Diante das ameaças patronais de redução da produção, diante das altas e baixas da produção: escala móvel de horas de trabalho de modo a repartir o trabalho existente entre todos os trabalhadores sem redução dos salários.
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