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6. Em defesa da universidade: pelo fim do ensino pago, universidade pública e gratuita para todos |
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As escolas privadas dominam o ensino superior, os mercadores de diplomas encontram neste governo o mais forte aliado na elitização do ensino. As empresas de educação nunca ganharam tanto. Com o aval do governo FHC as anuidades atingiram índices nunca vistos. Os estudantes que foram obrigados a matricularem-se e freqüentar cursos nestas atividades, por falta de vagas nas escolas públicas, hoje são obrigados a deixar seus cursos pela metade e os que restam pagam verdadeiras fortunas por um ensino cuja qualidade é a pior possível. Exigimos o congelamento e a redução imediata das mensalidades e a abertura da contabilidade das empresas universitárias a toda comunidade, para que possamos calcular o custo real da educação. Esta medida é o primeiro passo para estatização das escolas pagas, e conquistarmos o ensino público e gratuito para todos e a autonomia universitária. 1) Fim da mercantilização do ensino; abertura da contabilidade à Comunidade Universitária; congelamento e redução das anuidades; estatização das escolas pagas; revogação de toda lei que privilegia a escola paga; monopólio estatal da educação; ensino público e gratuito para todos O regime
burguês, através do pagamento da dívida externa transferiu
aos bancos internacionais, apenas nos últimos anos, cerca de 110
bilhões de dólares. Os constantes acordos com o FMI submetem
o país à política internacional provocando a falência
do Estado e da economia nacional. Com isso, o governo corta verbas para
os setores essenciais como: saúde, educação, habitação,
etc. Ao mesmo tempo em que preserva o orçamento militar, o sistema
financeiro e a corrupção. 1) fim do pagamento da dívida externa; redução imediata dos orçamentos militares; monopólio estatal da educação; ensino Público, Laico e Gratuito em todos os níveis; mais verbas para a educação; mais verbas para a pesquisa; bolsas de Estudo e Moradia Estudantil para os negros, para os estudantes operários;
Os professores
devem ter liberdade para decidir os rumos de seu trabalho, para tanto
necessitam de subsídios para pesquisa, bem como liberdade para
decidir o que pesquisar. Hoje, as raríssimas verbas liberadas pelo
governo para pesquisa, são condicionadas àquelas que atendem
os interesses do grande capital nacional, do imperialismo ou do Estado
burguês e ainda condicionadas ideologicamente. As pesquisas de interesse
social, que visam melhorar as condições de vida da população
e os projetos que põem em risco os interesses do capital
são completamente abandonados e deixados de lado pelo governo,
não recebendo os professores e os alunos as verbas necessárias
para o prosseguimento dos estudos e a realização dos projetos. 1) Reposição salarial imediata de professores e funcionários; reajuste mensal automático dos salários de acordo com os índices calculados pelos sindicatos; redução da carga horária de trabalho, mais tempo para pesquisa e atualização nos estudos; liberdade para pesquisar 2) controle da comunidade universitária sobre todas as bolsas e subsídios para evitar privilégios e manipulação política pela burocracia; As massas
exploradas são barradas do acesso à educação
desde as escolas primárias. A existência do vestibular é
o final desse verdadeiro funil que é o sistema educacional brasileiro,
seu significado é a negação da incorporação
de amplas camadas populares à universidade, convertendo-a em um
privilégio da classe dominante e setores minoritários da
pequena burguesia. A universidade deve ser um direito de toda sociedade
e não um privilégio de poucos. Lutar pelo fim dos vestibulares
faz parte da luta por colocar a universidade a serviço das massas
exploradas e oprimidas, os operários e camponeses e a pequena burguesia. 1) Livre ingresso na universidade; pelo fim do vestibular; pela Aliança Operário-Camponês-Estudantil; pela universidade a serviço do progresso da humanidade |