A burguesia e a paz
V.I.Lênin
A conferência dos parlamentares franceses e alemães realizada no domingo passado, 11 de maio (28 de abril pelo antigo calendário), em Berna recorda-nos uma vez mais a atitude da burguesia européia em relação à guerra e à paz.
A iniciativa da convocação da conferência pertenceu aos representantes da Alsácia-Lorena e suíços. Os deputados socialistas da França
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A guerra européia e o socialismo internacional
V.I.Lênin
O mais penoso para um socialista não são os horrores da guerra –nós somos sempre pela “santa guerra de tutti gli opressi per la conquista delle loro patrie!”- mas os horrores da traição dos chefes do socialismo atual, os horrores da falência da atual Internacional.
Não será uma traição na social-democracia quando vemos nos socialistas alemães uma espantosa mudança de frente (depois da declaração de guerra pela Alemanha)?
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A proletariado revolucionário e o direito das nações à autodeterminação
V.I.Lênin
O manifesto de Zimmerwald, tal como a maioria dos programas ou resoluções táticas dos partidos sociais-democratas, plocamam o “direito dos povos à autodeterminação”. Parabellum, nos nº 252-253 do Berner Togwcht declara “ilusória” a “luta pelo inexistente direito à autodeterminação dos povos” e opõe-lhe “a luta revolucionária das massas contra o capitalismo”, assegurando ao mesmo tempo que “nós somos contra anexações” (esta afirmação é repitida cinco vezes no artigo de Parabellum) e contra quaisquer violências sobre as nações.
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Guerra, paz e luta de classes
V. I. Lênin
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O imperialismo é a questão central
Leon Trotski
Publicamos aqui trecho de uma entrevista realizada em 1938
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Utopias Pacifistas
Rosa Luxemburgo
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"Uma classe semi-oprimida, semi-dominante"
Leon Trotski
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