|
O governo da Holanda acionou a reitoria da Unicamp para que servidor fosse tirado do ar. A polícia entrou ŕ paisana e apreendeu o servidor dentro da universidade "O Saravá é um grupo que estuda e realiza tecnopolítica. (...)A idéia é que os próprios grupos, além de levarem a cabo seus objetivos, também ajudem na construção de um espaço comum a todos eles. (...) O discurso corrente de que, em nome da segurança a civilização ocidental, as liberdades civis precisem ser reduzidas, o direito de expressão é facultativo e que todas as decisões são de caráter técnico tem repercutido no espaço eletrônico para uma diminuição dos serviços livres e para a criação de uma meritocracia controladores dos recursos computacionais. (...) o Coletivo Saravá propõe um modelo alternativo ao possibilitar que a própria formação social crie e controle seu sistema de manipulação informacional e assim fomentar a eliminação de barreiras burocráticas ao diminuir a distância entre os/as mantenedoras do sistema e os projetos hospedados. A isto chamamos de Desburocratização da Internet. Avizinhamento das relações tecnopolíticas" (www.saravá.org.br) A volta da censura Há inúmeros casos de consura que vêm crescendo na universidade, como a proibição de panfletagens, colagem de cartazes, de realização de festas, entre outras medidas em vários campi. A internet vem se tornando um dos meios os quais mais enfrentam a oposição da direita retrógrada que quer impedir o livre acesso da população à informação. São inúmeros os casos de ataque à liberdade de expressão quanto à internet dentro da universidade, desde a proibição de baixar músicas e filmes, até a tentativa de censurar páginas e servidores, retirando-os do ar, como neste caso. O caso do sítio que denunciava o fascismo na Holanda segue o exemplo do Brasil, em que se tenta transformar em "calúnia" e "difamação" o livre pensamento, o que nada mais é que uma censura velada que avança cada vez mais para a censura aberta, com a proibição de publicar artigos, entre outros, o que é totalmente inconstitucional. A Polícia, supostamente é proibida de entrar no campus, o que não vem acontecendo nesses últimos tempos, muito pelo contrário.A presença de rondas policiais é cada vez mais constante não apenas na Unicamp como na USP e outras universidades públicas em todo o País. Numa tentativa de impedir que os estudantes e sua ala mais combativa se organize e proteste dentro da universidade, a polícia é acionada sempre para defender a reitoria. O próprio reitor permitiu que a Polícia Federal apreendesse o material no instituto, mostrando que este é adepto total ala ligada à ditadura militar na universidade. A população não deve se deixar enganar com as falácias sobre “segurança”, “limpeza”, como no caso da cidade de São Paulo, e quaisquer outras alegações éticas para reprimir a população. Abaixo a ditadura nas universidades! |