Campanha nacional contra as punições
ECT e sindicalistas mensalões em conluio para impedir o avanço dos trabalhadores
14 de novembro de 2005 A corrente Ecetistas em Luta, desde o fim da greve, vem denunciando as punições em seu boletim nacional. Exigimos da direção da Empresa que revogue imediatamente todas as punições contra os trabalhadores.
A campanha vem crescendo, com cartazes e a denúncia das punições em todo o país.
Enquanto isso, nos sindicatos dirigidos pelo sindicalismo mensalão do PT e do PCdoB, como é o caso do sindicato mais importante da Federação, o de S. Paulo, os dirigentes sindicais que estão no bolso da empresa, sequer se deram o trabalho de levantar o número exato de trabalhadores punidos e denunciar.
Levantaram um número absurdamente pequeno de denúncias, que toda a categoria sabe está muito distante do que os trabalhadores vêm sofrendo nos setores. Fazem uma campanha apenas para manter as aparências contra as demissões porquê estão pressionados pelos trabalhadores.
A direção da Empresa, por sua vez, recebe as denúncias com cinismo, debochando da inteligência dos trabalhadores ecetistas.
Tiveram a cara-de-pau de alegar que 14 trabalhadores em 6 CDD´s em Minas Gerais, onde o Sindicato dirigido pela corrente fez a maior greve do Sudeste, perderam suas funções de carteiros motorizados justamente porque fizeram a greve e a DR decidiu puní-los (Veja o destaque no fac-símile ao lado).
Além deste caso flagrante de perseguição política promovida pela direção da ECT, a direção mensalão Empresa apresenta uma série de desculpas esfarrapadas para tirar as funções de companheiros empilhadeiristas e motoristas, transferir, suspender o contrato e até demitir uma série de companheiros que participaram da greve em S. Paulo.
É muita cara-de-pau! A direção da Empresa descumpriu o acordo que assinou, no qual assumia que não perseguiria nenhum trabalhador com retaliações. Impuseram um reajuste salarial miserável, contando com a traição do sindicalismo mensalão do PT-PCdoB e, agora, pelas costas começam a perseguir os grevistas, passando por cima do que assinaram e do acordo no TST. A direção da empresa se comporta como verdadeiros bandidos que não respeitam nada, sem palavra e sem lei.
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