Calúnia do diretor mensalão
Diretoria do Sintect-SP se desculpa publicamente pela calúnia do diretor “Sem-terra” contra a Oposição Ecetistas em Luta
17 de setembro de 2005

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| Enquanto o sindcalista do PT-Mensalão conhecido como "Barriga" impedia os companheiros da oposição de falar no carro-de-som, o diretor do PT no Sintect-SP conhecido como "Sem-terra", calunia a Oposição acusando o PCO de ter agredido um trabalhador, deixando-o "entre a vida e a morte" |
Após o fato ter sido denunciado pela Oposição Ecetistas em Luta e o advogado da direção nacional do PCO ter exigido um pedido de desculpas, o diretor do Sindicato, Márcio, do partido do governo Lula mensalão, retratou-se publicamente em nome da entidade |
A diretoria do Sintect-SP apresentou publicamente um pedido de desculpas pela atitude do diretor do PT conhecido por Sem-terra, que disse na assembléia realizada nesta tarde que “o PCO” agrediu uma pessoa deixando-a “à beira da morte”.
Diante da mentira, pura e simples, o advogado da direção nacional do Partido da Causa Operária entrou em contato imediatamente com a diretoria do Sindicato e exigiu um pedido público de desculpas na própria Assembléia, o que fez o restante da diretoria do Sintect-SP recuar e, sensatamente, retratar-se pelo ocorrido na própria assembléia.
A baixeza daqueles que querem a todo custo trair a nossa campanha salarial é tão embaraçosa que sequer o restante da diretoria do Sintect-SP apoiou o diretor “Sem-terra”.
Fica evidente que os sindicalistas do partido do governo e da direção da empresa, o PT, são capazes de recorrer aos métodos mais baixos para trair a categoria em defesa de seus interesses particulares.
O ataque contra a Oposição Ecetistas em Luta não é novidade na lista de armas dos mensalões do Sintect-SP contra os trabalhadores e sua organização. Os mesmos diretores instigaram uma panelinha a agredir fisicamente a companheira Anaí Caproni, liderança da Oposição em S. Paulo em uma das assembléias da campanha salarial, atirando um objeto pesado contra seu rosto. (clique aqui para ler o manifesto contra a agressão da companheira Anaí Caproni, o vídeo e as fotos da agressão).
Os pelegos do PT-mensalão na diretoria do Sindicato, trabalhando contra a organização da greve, impedem que os trabalhadores ligados à Oposição em S. Paulo falem nas assembléias e apresentem os informes, passam por cima das propostas da oposição para organizar a greve e derrotar a empresa porque querem acabar com a discussão, pois sabem que os trabalhadores não confiam minimamente nos sindicalistas do partido que está no governo mensalão e na direção da empresa.
O diretor “Sem-terra” não passa de um mentiroso e um provocador a serviço da direção da ECT e do governo mensalão.
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