
Minas Gerais Os companheiros do CDD Sagrada Família enviaram ao Sintect-MG, dirigido pela corrente nacional Ecetistas em Luta, as denúncias de que a chefia vem atacando a categoria com evidentes demonstrações de assédio moral. Desde que assumiram a chefia do CDD, o gerente Pedro Antônio e o supervisor Paulo Cezar, vêm tomando medidas totalmente arbitrárias, o que já trouxe muita confusão ao CDD. Os funcionários estão descontentes e a pressão vem aumentando. Os companheiros que escreveram para o Sindicato denunciaram que: 1-Durante uma reunião, o gerente Pedro Antônio disse que havia no CDD "um bando de moleques e os que não estivessem satisfeitos que juntassem suas coisas e saíssem da empresa". 2-Noutra ocasião, ele juntamente com o supervisor Paulo Cezar, insinuou que havia pessoas que estavam fazendo "corpo mole" e que pegavam atestado só pra fugir do serviço. 3-Pedro Antônio disse ainda a um carteiro que teve a carteira roubada que se virasse e que “caso de roubo é com o 190”. 4-Em uma semana conturbada, onde havia uma deficiência de 3 (três) funcionários em um setor de cinco, a chefia "sugeriu" que os dois restantes dessem duas saídas, sem direito a almoço. Um dos companheiros eu sofreu este abuso afirmou tomado “apenas uma coca-cola na rua” chegou às 16:00, fez horário de almoço e teve que sair novamente às 17:00, sem registrar no ponto o horário correspondente. Todas essas arbitrariedades fazem parte de um mecanismo de repressão colocado em marcha pela direção da Empresa para desmoralizar a categoria e impedir a sua organização, atacando e sabotando os trabalhadores em todas as oportunidades que encontram. |