Estado de GREVE
Abaixo à perseguição aos grevistas na ECT



1 de novembro de 2005

Não podemos deixar que a direção da Empresa ataque os trabalhadores. Temos que nos organizar e impedir a retaliação e as punições aplicadas em todo o país.
A categoria está completamente insatisfeita com o acordo miserável e o reajuste salarial de fome que o sindicalismo mensalão impôs na nossa campanha salarial. A direção da Empresa está abusando da paciência dos trabalhadores ecetistas, que não vão permitir que as punições continuem por terem exercido o seu direito legítimo de greve.
Não podemos aceitar a tentativa da Empresa de desmoralizar a categoria. Querem impor à força uma situação absurda, onde os mensalões são premiados pela traição e os trabalhadores são punidos por terem lutado por um salário decente.
Devemos colocar a categoria em estado de greve contra a perseguição, as demissões, as mudanças de função promovidas pela ECT. Se a categoria não se organizar novamente em todo o país, rejeitando as retaliações, a Empresa vai encontrar o caminho livre para impor a sua ditadura contra os trabalhadores. Vamos à greve novamente, se for preciso, para impedir os ataques contra os trabalhadores.
O movimento nacional dos trabalhadores ecetistas deve se posicionar claramente diante desta questão e mobilizar a categoria em todas as bases sindicais para resistir às punições e derrotar a política policialesca da direção da ECT.

•  Pela formação de um comando nacional de mobilização contra as retaliações, com representantes eleitos em todos os estados;
•  Pela convocação do Conselho de Representantes da categoria em caráter extraordinário para discutir estas questões;
•  Não à reposição das horas paradas;
•  Não à retaliação.