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5 de setembro de 2005

A Assembléia começou com atraso e, para criar confusão o diretor do PT-Mensalão do Sintect-SP, Mairiporã, agiu de maneira completamente anti-democrática e, do caminhão de som, falou para que o bloco da Oposição abaixasse suas bandeiras.
Para provocar os trabalhadores, o diretor do PT-Mensalão do Sintect-SP, Márcio, pediu para o companheiro Pedro Paulo Pinheiro, da corrente Ecetistas em Luta, controlar a bancada da Oposição quando esta apenas agitava suas bandeiras no início da Assembléia.
Diante da maioria da Oposição na Assembléia, os dirigentes do PT-Mensalão do Sintect-SP não obtiveram nenhum apoio quando tentaram puxar um coro contra a Oposição e tiveram que recuar.
A companheira Anaí Caproni, membro da corrente nacional Ecetistas em Luta e do Comando Nacional de Negociação dos trabalhadores dos Correios denuncia a manobra da empresa que apresentou sua proposta miserável de 8% de reajuste no final da noite do dia anterior à assembléia.
Pelas imagens do vídeo ficou claro que o princípio de baderna na assembléia foi provocado por uma ínfima minoria instigada pelos mensalões do Sintect-SP. A simples presença da maioria da Oposição Ecetistas em Luta na Assembléia foi suficiente para desestimular a provocação dos mensalões, tendo obtido uma ampla adesão entre os trabalhadores presentes que vestiram as camisetas da oposição com a reivindicação de “94%ou Greve!” e colaram o adesivo da campanha salarial com a mesma reivindicação em seus uniformes e crachás.
Os mensalões da diretoria do Sintect-SP já haviam preparado o coro de bate-paus para vaiar a companheira, mas foram pegos de surpresa pela expressiva maioria da Oposição na Assembléia e não tiveram como impedir a companheira de falar.

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