Língua de aluguel
PSTU contrata caluniadores profissionais para esconder a crise da política pelega em São José do Campos
18 de março de 2006
A crise da sua política oportunista no Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, trazida à tona pela intervenção do PCO, obrigou o PSTU a lançar mão de um dos seus tradicionais recursos, ou seja, lançar calúnias contra o PCO por meio de grupos sectários que vivem à sua volta.
Este procedimento habitual do PSTU– de caluniar através de terceiros – produziu um documento grotesco de defesa da política pelega do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos – assinado pelo grupo da caluniadores profissionais conhecido, em determinados meios de esquerda, como LBI.
Segundo este documento, o PCO estaria lá para defender a Articulação Sindical, quando é patente para todos em São José dos Campos que a Articulação local e nacional fazem uma oposição apenas de fachada ao PSTU. O acordo entre as duas forças chegou ao extremo da chapa da Articulação abandonar as eleições para facilitar a vitória do PSTU.
Na falta completa de argumentos, mas imbuídos do dever de atacar o PCO a todo custo, lançaram mão da grotesca acusação de que o PCO não tem autoridade para criticar a distribuição de dinheiro feita pela diretoria do PSTU para angariar apoio à sua chapa porque... o PCO fez sorteios de prêmios no seu jantar de final de ano!
As línguas de aluguel da LBI, para defender a política da Conlutas-PSTU ao estilo da Força Sindical de distribuição de dinheiro estatal aos trabalhadores em troca de apoio passam por cima do pequeno detalhe de que o jantar do PCO foi realizado com ingressos pagos por todos os mais de 200 presentes sendo uma campanha de arrecadação de dinheiro para o partido, onde os prêmios (livros e discos) foram apenas simbólicos, e não uma distribuição de dinheiro em época de campanha eleitoral para tentar disfarçar as inúmeras traições e o acordo com os patrões durante todo o mandato, ao melhor estilo dos corruptos partidos burgueses.
O PSTU e os seus defensores “voluntários” da LBI deveriam explicar aos membros da Conluta porque o maior sindicato daquela organização necessita distribuir dinheiro aos trabalhadores em troca de apoio. Acaso a sua política não convenceu os trabalhadores de que o sindicato está defendendo os seus interesses?
Este procedimento de usar terceiros para divulgar suas calúnias absurdas não é novidade no que diz respeito ao PSTU, embora os caluniadores estejam estejam sendo obrigados a se expor excessivamente, mas revela claramente que tanto a política como os métodos da Conlutas em absolutamente nada ficam a dever aos métodos burocráticos e de manipulação dos trabalhadores da direção da CUT.
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