
Direção da ECT e sindicalistas mensalões A direção da empresa está trocando os trabalhadores do turno da madrugada para o turno da tarde só para não pagar o adicional noturno A direção da ECT está obrigando os trabalhadores do turno da madrugada que possuem restrição médica a trocarem de turno para não pagar o adicional noturno. A empresa está querendo explorar ainda mais os trabalhadores. Em diversos setores em São Paulo a empresa está transferindo de turno os trabalhadores que tem restrição médica. Os trabalhadores que trabalham no turno da madrugada estão sendo obrigados a trabalhar no turno da tarde. A jogada da empresa é lucrar ainda mais com a transferência destes trabalhadores, pois seu objetivo é deixar de pagar o adicional noturno. ECT contra a lei e os trabalhadores Em processo, publicado pelo TST, de número TST-E-RR-463.094/1998.2, o Acórdão descrevia sobre o adicional noturno que “A mudança do período noturno para o diurno não importa na obrigação de continuar a pagar o adicional noturno se o empregado se conforma com a alteração de Turno”. A empresa é obrigada judicialmente a continuar a pagar o adicional noturno mesmo com a mudança de turno. A direção da ECT está enganando a categoria trocando de turno os trabalhadores de maneira arbitrária sem informar ou mesmo requisitar do funcionário a concordância em trocar o turno. Com isso ela diz que a troca de turno implica no corte do adicional e assim deixa de transferir para os trabalhadores o que é direito garantido em lei. Mensalões do sindicato contra os trabalhadores a serviço da ECT A direção mensalão do sindicato de São Paulo está a serviço da empresa prontamente a ajudar a direção da ECT a lucrar mais explorando os trabalhadores. Os diretores do Sintect-SP estão enganando os trabalhadores mais uma vez informando para a categoria que é mesmo necessário fazer a troca de turno e que com esta troca perdem o direito de receber o adicional noturno. Entre em contato com a Corrente Nacional Ecetistas em Luta para mais esclarecimentos e denúncias pelo e-mail central correios@pco.org.br e pelo telefone Tel: (11) 5583-0761 |