Sintect-SP
Na mão da empresa...contra os trabalhadores
A direção da ECT, durante a campanha salarial, comprou diretamente uma parcela de diretores do sindicato e através de fraudes judiciais e perseguição aos trabalhadores grevistas tomou conta do sindicato formando uma verdadeira máfia do crime
4 de fevereiro de 2006
Desde o final do ano passado o Sintect-SP é controlado por uma verdadeira quadrilha diretamente a serviço da direção da ECT. No sindicato mandam um assessor da ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy, e a atual tesoureira do sindicato, Silvana Azeredo do PCdoB, membro do comando de negociação da campanha salarial que traiu a categoria, entregando nossas reivindicações no Tribunal Superior do Trabalho.
Todas as decisões são tomadas entre quatro paredes pela mafiazinha liderada por eles. Na máfia está o conhecido fura-greve, Japonês do PT, o manjado Reinaldo Colônia de Férias do PCdoB, além do organizador do fim da greve do ano passado, Márcio do PT, que arrancou o microfone das mãos da companheira Anaí Caproni, para encerrar a greve, fugindo da assembléia para não apanhar dos trabalhadores enfurecidos.
Estes elementos quebraram a greve do ano passado porque já tinham um acordo acertado com a direção da ECT. Logo após derrotarem a nossa campanha salarial, Silvana Azeredo conseguiu o deferimento da sua anistia, além de ter ganhado de presente a tesouraria do sindicato. O conhecido Japonês do PT, apesar de todas as denúncias de corrupção amplamente conhecidas na categoria, continua dentro do sindicato e com livre trânsito na empresa, o mesmo acontecendo com o Márcio do PT, que de demitido passou imediatamente a coordenador do sindicato divulgando aos quatro ventos que a sua volta para a ECT já está acertada.
A máfia do crime se livrou dos antigos amigos, exigência da direção da empresa e, através da falsificação de documentos e da expulsão sumária de uma parte da diretoria do sindicato transformou o sintect-SP em 2º escritório da direção da empresa.
Expulsaram do Sintect-SP o secretário-geral, Mairiporã e o tesoureiro do Sintect-SP, Rogério Trabuco, cancelando inclusive a suas fichas de filiação ao sindicato. Expulsaram justamente as duas pessoas que estavam assinando os cheques da entidade, para controlar a arrecadação milionária de 1 milhão de reais anuais.
A atual máfia do crime do sintect-SP, tornou público, o desvio de quase 1 milhão de reais pela máfia anterior da qual também faziam parte. Se juntos desviaram tamanha soma, imagine sozinhos o que não acontecerá agora.
veja aqui as Lideranças da Máfia do Crime |