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África
Mutilação feminina é proibida na Eritréia
11 de abril de 2007
Eritréia, um jovem país africano, com fronteiras entre o Sudão, Etiópia e Arábia Saudita à norte e leste pelo Mar Vermelho proibiu, no dia 31 de março, a circuncisão feminina, uma das práticas mais antigas de muçulmanos e cristãos da região.
“Segundo o comunicado, a circuncisão feminina é um procedimento muito nocivo à saúde da mulher, causa muita dor e sofrimento e ainda ameaça a vida” e “qualquer pessoa que pedir, participar ou promover a circuncisão pode ser multado ou condenado a até 10 anos” (Tribuna da Imprensa, 6/4/07).
Mais de 130 milhões de mulheres no mundo já foram mutiladas segundo a ONU, e outras tantas foram mortas devido a infecções causadas após as cirurgias que acontecem sem nenhuma qualificação.
A religião mulçumana e cristã nos países africanos pratica a mutilação feminina como forma de controle do desejo sexual das mulheres para segundo a religião aumentar sua honra e a possibilidade de casamento. Esta que é uma das formas mais degradantes de opressão da mulher, trata-se da retirada do clitóris e de outras partes genitais para eliminar os eu prazer sexual.
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