Defender a mulher ecetista
Apesar de toda a conversa sobre o respeito aos direitos da mulher, o que se vê na ECT é um enorme desprezo a direitos elementares das companheiras trabalhadoras. A empresa chegou ao absurdo de se recusar a fornecer banheiros femininos em todas a unidades onde tenham funcionárias trabalhando. A ECT se recusou a atender a pauta de reivindicações que protege as gestantes com o argumento nazista de que a empresa precisa lucrar. Propomos:transferência imediata para locais de trabalho e serviço compatíveis das funcionárias a partir da comprovação de sua gravidez, com acompanhamento do sindicato. Principalmente das funcionárias da área operacional (carteiro, motorista, motociclista e OTT).Licença de seis meses após a gravidez, para garantir o direito da mãe de cuidar da saúde da criança.Seis meses de licença-adoção.Que a ECT pague aos ecetistas (homens e mulheres) auxílio-creche até o último mês do ano em que o dependente completar 12 anos. Dois descansos especiais de uma hora cada para amamentar o filho. Que todos os casos de assédio sejam apurados por uma comissão de mulheres escolhida para este fim.
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